quinta-feira, 7 de maio de 2009

domingo, 19 de abril de 2009

Swiss SOS Make up

Olá!
No âmbito da Disciplina de "Desenvolvimento de Novos Produtos" foi-nos proposto o Desenvolvimento de um Produto que se inseri-se na categoria dos dito Novos. Como tal, venho por este meio apresentar o meu projecto.

Desenvolvimento de um Novo Produto na Área da Maquilhagem

por Andreia Pereira #6470 (a.k.a. guidaSvet)


INTRODUÇÃO


O desenvolvimento de um novo produto, recorrendo aos conceitos de uma inovação técnica, ou tendo em conta uma perspectiva de marketing, revela-se como o primeiro desafio da disciplina de ‘Desenvolvimento de Novos Produtos’.
O produto deverá inserir-se numa das categorias que caracterizam os mesmos, a variação a produtos existentes, a produção através da inovação técnica, a produção de inovação dinâmica ou uma produção de inovação revolucionária. A variação de produtos já existentes implicam uma melhoria de performance, de custo, de extensão de funcionalidades, ou até mesmo a extensão da marca; Os produtos resultantes da inovação técnica implicam a exploração da inovação tecnológica e a sua aplicação; os de inovação dinâmica, caracterizam-se por não terem grande impacto a nível técnico, mas por implicarem profundas alterações no consumo, consumidor ou mercado; a produção de inovação revolucionária liga-se simultaneamente à grande inovação técnica e à implicação na alteração de atitudes.
A linhas directrizes deste trabalho levam às cinco fases do desenvolvimento de novos produtos. De inicio, uma fase exploratória onde é necessária uma pesquisa em que a observação do quotidiano conduz a possíveis ideias que se revelam através de inúmeras fontes, como o contacto com os consumidores, a interacção com os produtos com os quais se quer concorrer, através de pesquisas qualitativas com os consumidores e a partir de um brainstorming. Após a escolha das ideias que preenchem os requisitos, passa-se à Análise Preliminar, na qual é elaborada uma análise prévia do produto e do desenvolvimento do mesmo, tal como a sua viabilidade no mercado. Deve ser ainda, assente a projecção do volume de possíveis vendas e lucros calculando a taxa de retorno - Análise de Negócio. Concluídas as fases anteriores procede-se para o Desenvolvimento, em que se concretiza a ideia, descreve-se as características do produto e os seus benefícios para o consumidor, relatam-se os dados do mercado e descreve-se o público alvo e produtos similares já desenvolvidos. Conclui-se entretanto, com o Lançamento do produto no mercado.
Como fase exploratória recorri à observação do quotidiano, centrando-me nas viagens de comboio que me acompanham diariamente, daí surgiu-me uma ideia no campo da maquilhagem, combinando dois produtos já existentes, a qual será desenvolvida ao longo deste trabalho de pesquisa e desenvolvimento.
Como guia para o execução apresento, antecedente ao projecto propriamente dito, um esquema que descreve os passos a serem tidos em conta.
Lanço-me neste desafio com a consciência de que não será uma tarefa fácil, mas com esperança de introduzir um produto que seja considerado novo e inovador.

DIRECTRIZES DO PROJECTO

Através de Algumas noções dos Modelos de Desenvolvimento de Novos Produtos de Fuller e de Corsenza, elaborei um Diagrama (Fig. 1), que me conduzirá ao longo deste Projecto. Existem fases descritas neste processo que não serão elaboradas, nomeadamente, a partir da criação de um protótipo.

Fig.1



PRÉ-DESENVOLVIMENTO


Fase exploratória

Nesta primeira fase do projecto é necessária a concepção de ideias que respondam aos objectivos gerais do mesmo. O objectivo principal é o desenvolvimento de um produto que se insira numa das categorias dos ditos novos, e para isso é necessário recorrer à observação do quotidiano, criando soluções para as necessidades e desejos dos consumidores/clientes.
Recorrendo à análise do que me rodeia, principalmente nas viagens de comboio que faço no meu dia-a-dia, houve algo que me suscitou algum interesse, encaminhando-me para um leque de ideias que despoletavam novos produtos. Diariamente, mulheres de várias classes sociais, com personalidade e aspecto físico semelhante em alguns casos, mas, diferente em outros, maquilhavam-se no comboio. Algumas com grandes estojos de maquilhagem, outras apenas com o básico essencial.
Esta observação levou-me ao “estudo” da minha rotina diária, para chegar a conclusões que nunca tinham sido relevantes e, que respondiam ao porquê de estas mulheres se maquilharem no comboio. A falta de tempo é um dos factores principais, porque com o stress do dia-a-dia, os horários a cumprir e a vida completamente cheia com diversos afazeres, levam a lacunas no mais básico. E, como a aparência é algo muito importante, para o sexo feminino, em qualquer que seja a circunstância, estas carregam com os seus estojos e aproveitam os momentos em que têm um pouco de tempo para “tratarem de si”.
O factor que originou algumas ideias, foi o facto de as consumidoras recorrerem a
estojos, sejam eles de que tamanho forem, que se tornam pesados na mala pessoal, desnecessariamente, visto levarem mais do que o básico necessário.
O que me surgiu em mente criar, seria um objecto que fosse único, mas que abarcasse o básico, sendo que aliava o compacto ao versátil e a estética à praticabilidade. Logo, algumas pesquisas foram efectuadas para acoplar a maquilhagem básica num só objecto.
Com o intuito de obter o maior número de ideias recorri ao brainstorming, com algumas amigas que viajam no mesmo comboio, e que se maquilham diariamente. Optei por fazer dois brainstorming, um que partisse de “maquilhagem/cuidados básicos”, e outro que partisse de “objecto multifunções”(fig.2).





Fig.2


Após o brainstorming escolhi, de entre ambos, os elementos que se adequavam mais à minha ideia (circulo em seu redor). No primeiro, escolhi quais seriam os cuidados básicos que o produto deveria conter e, no segundo, .optei pelo canivete suiço, uma ferramenta que abarca uma multiplicidade de funções e objectos num só, versátil e compacto.



Pesquisa de Mercado


Com o intuíto de verificar que tipo de produtos se adequariam melhor ao meu desenvolvimento, tanto em termos de maquilhagem, como em termos de canivetes suiços, recolhi algumas imagens. Estas, servirão de base e como forma de analisar o que já existe no mercado.

Maquilhagem

Neste caso, a pesquisa serve para analisar apenas a forma e a estética e as embalagens dos produtos para melhor se incorporarem com o canivete suiço e os seus encaixes. Mais tarde, explicarei as minhas escolhas.




Fig.3



Canivetes
fig.4



Produtos Concorrentes


Antes de proceder ao desenvolvimento da minha ideia, deve ser feita uma pesquisa de produtos que se enquadrem na mesma categoria, em termos de semelhança ou concorrência. Isto, porque existem outros produtos que pretendem satisfazer a mesma necessidade, que o que se desenvolve neste projecto tem como objectivo.
Fiz uma pequena pesquisa de imagens, na qual me surgiram alguns estujos e pequenas caixas portáteis. Contudo, existem algumas falhas como o peso ou não conterem o básico essencial.




Fig.5 e 6

Análise Perliminar de Negócio

Após a escolha de algumas ideias que preenchem os requesitos para ser produzida uma solução para a necessidade, existe a necessidade de avaliar a viabilidade do mercado. Esta avaliação consiste em recolher informações à cerca da aceitação do produto no seio do público-alvo, podendo-se assim prosseguir à projecção do volume de vendas e os possíveis lucros ou taxa de retorno.
No caso deste projecto, consegui concluir que o produto foi bem aceite após a proposta à turma, todavia, não sei como resultará no mercado exterior. Logo, não tenho dados suficientes que me indiquem os possíveis lucros que este trará.
Relativamente ao estudo financeiro, como na maioria dos negócios, é necessário haver um investimento que, genericamente, só trará retorno passado algum tempo.




DESENVOLVIMENTO

Concretização da ideia


Através de alguns esboços, que juntam o canivete e os cuidados básicos, transparece-se a ideia que se pretende futuramente desenvolver.
Nesta ideia existe a incorporação de elementos femininos, maioritariamente femininos, num objecto, genericamente, masculino. Combina-se assim dois produtos existentes, inserindo este produto na categoria “variações aos produtos existentes”.
Visto existir uma extensão das funcionalidades do canivete suiço e, da marca para uma gama de maquilhagem.
Partirei para a descrição das características do produto, através dos esboços e de montagens, os quais apresento de seguida.




Esboços e Descrição do Produto



O produto tem a forma de um usual canivete suiço, com a única diferença de ser um pouco maior, para poder acoplar todas as ferramentas. De comprimento apresenta-se com 10cm e, de largura 4cm.
Quanto aos objectos que o constituem, pode-se referir que, na imagem que visualizamos, divide-se em duas partes. A da esquerda destina-se à maquilhagem, e a da direita aos cuidados de manicure.





Este produto contém, em termos de maquilhagem, 3 pincéis (um para aplicar sombras, um para aplicar o batom/gloss), e um para o blush; um rimel e um lipgloss. Os pincéis são retiráveis, tanto para serem utilizados, como para a sua substituição. O lipgloss e o rimel são apetrechados com “retract system” , que permite puxar o produto, sem que este seja separado do “canivete”, e que este volte ao seu local inicial, tudo através de uma fita.
Do lado dos cuidados das mãos é possível visualizar uma tesoura (típica de canivete suíço), duas limas descartáveis e um verniz. Neste lado, apenas o verniz e as limas são retiráveis para substituição. O mesmo sistema, anteriormente referido é utilizado no verniz.






O produto fechado deixa alguns elementos de fora, mas encaixados devidamente. O lipgloss pende da mesa forma, o rimel encaixa no corpo principal, ficando visível em todo o seu comprimento e o verniz encaixa a sua “tampa” na lateral direita.
A escolha da forma das “embalagens” dos produtos deveu-se a este pequenos
encaixes.











Como já referi, os objectos que ficam “de fora” encaixam” em pequenas entradas que se encontram nas laterais do corpo principal. As restantes “ferramentas” entram da mesma forma que nos usuais canivetes suiços, para o centro, ficando totalmente escondidos nas várias divisórias.
Os encaixes, para as ferramentas que “ficam de fora”, são feitos à medida destas não podendo ser colocados outros fora da gama do produto, visto que estes podem ser substituídos.O produto tem 5cm de altura.









A substituição dos produtos é feita quando estes estão gastos, ou por outros da mesma gama, ou seja de cores diferentes. Também, podem ser escolhidos produtos diferentes, por exemplo, um eyeliner em vez do rimel. O facto de serem da mesma gama deve-se à forma da embalagem e aos seus encaixes.









O produto tem ainda, numa das faces, uma tampa que desliza e onde se encontram as sombras e o blush, também estes substituíveis por outros.
Igualmente aos acessórios que se encaixam totalmente, no corpo principal, ainda, existe um espelho e um pente que deslizam para a superior.


O produto já tem um “nome piloto”, visivel na superior do mesmo. Este nome surgiu do conceito deste desenvolvimento, já que se baseia na mesma teoria que o canivete suiço (Swiss Knife), a portabilidade de várias ferramentas num só objecto. Contudo, neste caso as ferramentas são acessórios de cuidado pessoal. Concluindo, este seria denominado de “SWISS SOS make up”, ou seja, maquilhagem SOS num canivete suiço, visto esta ter o objectivo de poder ser levado para qualquer lugar e, ser usado em todas as ocasiões mesmo as de emergência.









Benefícios do Consumidor

Este novo produto transporta consigo alguns benefícios para os consumidores que dele usufruirem, principalmente para as mulheres que não têm tempo para tratarem da sua aparência, em termos de maquilhagem e manicure. Este será mais prático em termos de transporte e mais leve, cabendo em quase todas as malas, até mesmo as de festa.
A vertente de os acessórios serem substituídos, tanto por desgaste, como por gosto pessoal, faz com que a durabilidade do produto seja grande.
Outras funções poderiam ser acopladas a este produto, algumas que se perdem e são difíceis de encontrar dentro das malas, como por exemplo uma “pen Usb” e uma caneta para tirar apontamentos.


Descrição do perfil do Público-Alvo

O público-Alvo deste produto são mulheres que pretendem estar “aprumadas” em qualquer situação e que não têm tempo para o fazer em caso, por motivos variados. Todavia, este produto dirige-se a todas as mulheres que se maquilham ou, que querem ter maquilhagem sempre consigo para situações de emergência.



PÓS-DESENVOLVIMENTO


Lançamento no Mercado



Esta fase do projecto é fícticia, visto que se saltaram alguns passos do processo de desenvolvimento, já que o produto não vai ser nem prototipizado, nem produzido. A razão pela qual inseri este capítulo no projecto foi para mostrar algumas montagens que fiz por piada.




CONCLUSÃO


O desenvolvimento deste trabalho alcançou os objectivos iniciais, criando uma base sólida para uma futura produção.
Com este projecto fiquei a conhecer melhor a forma como se desenvolve um produto em todas as vertentes, seguindo fases que se tornam indispensáveis para solidificar qualquer que seja a ideia.
O facto de não ter criado uma peça de vestuário, tendo me deslocado para outro ramo da moda, fez-me crescer como futura designer de moda, transparecendo a eficácia que nós, designers de moda, temos em trabalhar em outro tipo de produtos.
Espero que o meu produto tenha seguido todas as regras necessárias, na sua passagem de ideia para algo mais concreto, e que sobressaia como “novo produto” junto dos consumidores, quando um dia mais tarde for produzido.



Fontes de Informação

COsenza, António Jesus - “Processo de Desenvolvimento de Novos Produtos” (2006)

GONÇALVES, Alex Augusto - “Inovação de Desenvolvimento de Novos Produtos”

ZANCUL, Eduardo; Marx, Roberto e Metzken, André - “Organização do Trabalho no Processo de Desenvolv imento de novos Produtos: a aplicação da engenheria simultânea em 2 montadoras de veículos”


http://www.wikipédia.com

http://www.swiss-knife.com

http://www.decarvalho.eng.br/manualdedp.html

http://tomarketing.blogspot.com/2008/desenvolvimento-de-novos produtos.html

http://biblioteca.universia.net/ficha.do?id=38063146

Aulas e ppt. da Professora

http://deviantart.com










quinta-feira, 2 de abril de 2009

Trabalho de Novos Produtos

Caros colegas,

No âmbito da cadeira de Novos Produtos realizámos um trabalho onde a intenção era criar um novo produto através de uma imagem fotográfica. A criação do mesmo deveria ser feita através de uma das seguintes vertentes: Inovação técnica + perspectiva de marketing; inovação dinâmica e ou variação de um produto já existente.

Do ponto de vista de mercado um produto/serviço é aquilo que consumidor/cliente/usuário percebe como capaz de satisfazer uma necessidade material ou não. Assim, a noção de novo varia conforme o critério que se utiliza na diferenciação do produto em relação aos seus concorrentes, pois, mesmo que não haja algo técnico e objectivamente novo, o produto ou serviço pode ser percebido como tal pelo consumidor ou usuário, o que nos permite afirmar que a inovação tem um carácter subjectivo e relativo.
Podemos portanto, ter vários produtos novos sem grandes investimentos para a sua elaboração o que torna o processo de geração de um novo produto metodologicamente, fácil de ser seguido.
Segundo Consenza, em 2006 são cinco as etapas para o lançamento de um novo produto ou serviço:

1. Fase exploratória:
Nessa etapa, deve-se colectar o maior número de ideias possíveis, tendo em vista o problema proposto que é a categoria de produto na qual a empresa pretende trabalhar e investir os seus esforços.
Várias são as fontes capazes de fornecer essas idéias: contacto com consumidores/clientes/usuários de produtos semelhantes; colecta no mercado de produtos com os quais se espera concorrer; pesquisas qualitativas com consumidores/usuários da categoria em questão; solicitar do exterior amostras de produtos existentes na área; ir ao exterior pesquisar em feiras e nos canais de distribuição o que existe em comercialização; realizar um braim-storm com executivos da empresa que exerçam actividades nas diferentes áreas funcionais.
Essas fontes devem alimentar um banco de dados que fica à disposição dos gerentes de novos produtos para consulta sempre que for iniciar um projecto de desenvolvimento.


2. Fase de análise preliminar:
Uma vez escolhidas as idéias que preencham os requisitos estabelecidos pelo mercado deve-se iniciar uma avaliação prévia para mensurar a viabilidade económico-financeira-jurídico-técnica e de operacionalização/produção de cada uma delas, além, é claro, da viabilidade de mercado.

3. Fase de análise de negócio:
Nessa etapa, há a necessidade de se projectar o volume de vendas, os possíveis lucros e calcular a taxa de retorno para compatibilizá-la com os alvos da empresa.

4. Fase de desenvolvimento:
É a passagem de projecto enquanto idéia a projecto enquanto concretização de uma idéia. De posse de todas as informações da etapa anterior a equipe de novos Produtos elabora um sumário que contém: descrição das características do produto/serviço e benefícios para o consumidor/cliente/usuário; dados de mercado com estimativa de mercado potencial, mercado total, taxa de penetração e taxa de participação de mercado; descrição do perfil do público alvo descrição de produtos similares já existentes no mercado; recomendação para início do desenvolvimento.

5. Fase de Lançamento:
Nessa fase a equipa de Novos Produtos deverá colocar o produto/serviço no mercado com todas as adaptações/aperfeiçoamentos que foram indicados no teste de mercado e sua primeira preocupação deve ser treinar a equipa de vendas e efectuar um lançamento.

Deste modo através da imagem que se segue pensámos criar uma nova mala, esta com características particulares para nós, alunos de Design de Moda e para os nossos colegas de Arquitectura.
Fig.1


Levando em conta as etapas citadas acima para o desenvolvimento de um novo produto optou-se desenvolver neste trabalho as três primeiras etapas sendo elas:

- Fase exploratória;
- Análise preliminar;
- Análise de negócio.

Após uma pesquisa feita a partir de imagens tiradas na nossa Faculdade, foram tidas em conta ideias que originaram novos produtos e a imagem acima foi a escolhida para a realização do trabalho final.

A partir desta imagem pensou-se criar um produto através da necessidade vivida por nós, alunos de moda, de transportar diversos materiais no nosso dia-a-dia e não ter um local apropriado para os guardar.
A necessidade surgiu portanto, da observação e, no nosso caso, da vivência, do dia-a-dia de um estudante de design de moda, o qual precisa de várias bolsas, caixas e pastas para carregar todo o seu material. Já existem no mercado inúmeros modelos de bolsas/malas/pastas, algumas até específicas para certas profissões, como pastas próprias para carteiros, para médicos, enfermeiras, manicures, maquiadores, dentre outros. Existem, também, pastas próprias para armazenarem papéis de tamanhos maiores que o convencional e de diferentes espessuras. Porém, ninguém ainda produziu uma bolsa específica para um estudante de moda ou um estudante de arquitetura…

Pesquisa de malas já existentes no mercado:




Materiais:

Opções de tecidos são inúmeras. Porém, para cada bolsa pode utilizar-se matériais modernos e iniovadores sem perder as caractristcas do design desejado.
Por exemplo o Nylon 600 é resistente e leve. Kevlar é muito utilizado na Europa, é igualmente resistente e leve, é utilizado nos blusões para motociclismo e motoqueiros. O Couro (tecido ecológico), ou o neoplan (tecido utilizado para mergulho).

(continuamos em pesquisa e em breve colocaremos mais novidade sobre o nosso novo produto.)

Trabalho realizado por:

Sofia Gomes;
Júlia Culau;
Bruno Elias;
Elsa Ribeiro;
Kledir Salgado;
Helena Guedes.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Exame

Na disciplina de Moda e Mercado explorámos as diferentes formas de distribuição, explorámos as escolhas feitas pelos consumidores, quer em termos de produto, de local onde o adquire e as razões de preferência. O objectivo era perceber o merdado duma forma dinâmica, ressaltando a interacção entre o consumidor, produto e local de compra.





Bruno Elias

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

"UM OLHAR DIRECCIONADO" Consumer Way

Com a realização do presente painel proposto, optou-se pelo estudo pormenorizado de alguns consumidores de uma meio social específico, neste caso, a "Universidade Lusíada".
Tendo em conta, que sendo uma universidade privada revela à partida um acréscimo monetário relativamente ao ensino público, a evidência desse facto no consumo de vestuário foi uma das questões fulcrais detidas no processo de análise.
Acompanhando um período semanal de uma das consumidoras com quem convivo diariamente, procurei relacionar o factor real "dinheiro", com a "necessidade" ou a falta desta no momento da compra.




Comparativamente, e direccionando o estudo para um público-alvo jovem, entre os 20 e os 22 anos, conclui-se que, e dado que até ao momento nenhum dos presentes consumidores denota um emprego sustentável, o consumismo resume-se ao montante disponível e aceitável cedido pelos familiares, na sua maioria, pelos pais.
A diversidade de cursos, manifesta não só que jovens de sensibilidades culturais, e sociais diferentes convivem num mesmo universo social, e que contrariamente ao referenciado pela consumidora principal (aquela com quem convivo), não manifestam claramente o seu estatuto social, e hierárquico através das roupas, como esta parece pretender demonstrar na generalidade.
Quando questionada de "Porque consomes com tanta frequência peças de vestuário e acessórios?", a consumidora apenas assume que contrariamente ao que a maioria possa sustentar, trata-se de uma forma prazerosa de realização pessoal, que manifestamente denota a sua incoerência pessoal. De facto, o consumismo pode ser fruto apenas de um poder mental irreal, mas a incongruência no modo de revelação imagética que esta procura denotar perante o seu meio social, incorpora outro tipo de responsabilidade pessoal, inclusivé no momento da compra.
Comparativamente, todos os outros consumidores questionados, não são afectados precisamente pelo factor "moda actual", mas não deixam de procurar peças que os satisfaçam, ainda que com uma maior distanciação temporal. Para os rapazes inclusivé, e tratando-se de irmãos gémeos, o custo a sustentar a cada estação, parece ser um dos factores principais que os sensibiliza no momento da compra. Estes irmãos demonstram ainda que com pouca roupa se pode manter e deter um estilo muito próprio e característico, que não os afasta do meio social em que a consumidora principal está inserida, mas os distingue dos demais, e os insere como tal, e preferencialmente, por essa diferenciação em diferentes grupos sociais. São consumidores que não adquirem produtos em função do meio onde estão inseridos, mas dos seus gostos pessoais, e da sua satisfação, em detrimento dos restantes. Este facto possibilita-lhes a diversidade social que concordam entre ambos possuir, sem disso serem motivo de exclusão entre grupos.

Os seus custos totais, denotam essa realidade, e num deles os custos aumentam em função dos acessórios - óculos utilizados, não porque a sua escolha foi de marca, mas porque actualmente, também assim o incutem as lojas de venda óptica direccionadas ao consumidor.



Quanto à consumidora principal do estudo, esta manifesta os gastos exagerados detidos sobretudo em peças acessórias, que contrapõem, mas contrastam com o seu infindável "guarda-roupa".
Quanto à consumidora de Gestão, esta sustenta o seu principal gosto por roupa de "moda", mas sobretudo a preocupação com a durabilidade das peças, ainda que imponha que "dar 100,00 € por uma camisola de marca, bastante simples, pagando só o custo da marca, me parece totalmente irreal", o que contrapõe, por exemplo os gastos detidos pela consumidora semanal, por exemplo na camisola da "Moschino", de corte simples, com um custo de 120,00 €.
Em suma, e apesar de pretender manter um estatuto social, sem desde decair, a consumidora fulcral do estudo, pelo menos durante o período em análise, não denotou o consumismo monetário exagerado, relativamente aos restantes consumidores.
A experiência pessoal, ainda assim que detenho diariamente permite-me vislumbrar o quão importante, a questão monetária se assume para a supra referenciada consumidora.
De facto, a questão Universidade Lusíada vs Consumismo de Vestuário e afins, não parece revelar factos substancialmente diferentes dos encontrados noutro tipo de meio social, ou grupo em estudo.


Andreia Sofia Rosado dos Santos
#6471 - Design de Moda

sábado, 13 de dezembro de 2008

A importância das marcas

Tendo em conta os nossos dois últimos trabalhos na cadeira de Moda e mercado decidi fazer uma pequena pesquisa em alusão às marcas e tentar descobrir a sua importância. Através de pesquisas juntamente com a cadeira de Comportamento do Consumidor e de textos relacionados com a cadeira de Moda e Mercado encontrei o seguinte artigo que aqui vou pôr:

"Construir uma marca e agregar valor à esta marca é um objectivo natural das organizações, mas em certos momentos a posse desta marca é compartilhada com seus consumidores, e então as organizações encontram novos desafios no mercado, entre eles, gerenciar esta oportunidade. Você pode até imaginar que a marca é pertencente à empresa, que é esta empresa que a moldou, conforme suas necessidades e que disponibilizou-a aos consumidores com seus produtos ou serviços.Mas em um mundo que está passando por mudanças rapidamente é possível visualizar que a marca não é mais um ativo único e exclusivo da organização, seus consumidores também compartilham desta oportunidade, especialmente quando a internet é bem utilizada e cumpre um papel importante como ferramenta de comunicação.E então você pensa que os produtos ou serviços que sua empresa oferta são da organização, não há como compartilhar com nenhuma pessoa o poder de usar ou divulgar a marca, mas basta você olhar um pouco para suas ações de comunicação e ver que o Marketing viral permite entender um pouco melhor esta novidade do mercado, e se você utilizar-se do buzz Marketing, saberá que seu consumidor também ajuda a distribuir sua marca e divulga seus produtos.Só que estes não são os processos, ou veículos, que dão ao consumidor o poder de usar a marca, ao menos não são exclusivamente estes, e você se depara com comunidades em redes sociais, sites, blogs, jogos etc., todos ligados à sua marca e feitos pelos consumidores, o que pode ser espantoso no início, mas que demonstra o quanto aquele, ou aqueles, consumidor aprecia seu produto ou serviço.O que algumas organizações ainda não compreendem é a forma como interagir com estes consumidores, que tornam-se integrantes da organização sem um vínculo real e que podem transmitir uma mensagem muito mais poderosa do que a própria empresa.Diante das possibilidades encontradas, principalmente dentro da internet, há um grande desafio a ser administrado pelas organizações, pois em certos momentos são criadas peças ou vídeos utilizando uma marca e que enviam mensagens para a organização, já houve casos em que uma organização abriu espaço para que os clientes criassem peças para um produto e que o retorno foi negativo para a empresa, porque esta havia deixado de lado alguns consumidores, e no momento “errado” deu poder aos consumidores, e todas as criações foram elaboradas sobre aquele momento em que a empresa não os deu a devida atenção.Além de receber uma ajuda dos consumidores a organização pode receber recados dos mesmos, para melhorar seus produtos, atendimento, serviços etc., pois o cliente deseja adquirir seus produtos, mas também deseja um tratamento adequado.As empresas podem ter o registro de muitas marcas, possuir inúmeros produtos, mas de nada valem se não há consumidores que possam desfrutar de algum produto ou serviço, e se a empresa deseja ou não, terá que compartilhar a posse da marca com seus clientes."
Espero q vos possa ser útil!!!
Sofia Gomes
6490

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

D'Olho nas Opções dos Consumidores

Este trabalho, de cariz individual, tem como fim chegar a conclusões sobre como as pessoas manipulam aquilo que está disponível nas lojas de roupa. Claro que cada um tira as suas próprias conclusões, porém, como se pode observar nas seguintes imagens e dados, as pessoas compram roupa mediante a sua situção familiar (ou número de pessoas na família), o seu emprego (se for um estudante não irá ter os mesmos gastos que uma pessoa empregada), o seu estilo e, como é claro, a sua classe social. Por outro lado, comprar peças de forma inteligente assume várias formas no seu conceito: será possível manter um guarda roupa actualizado mesmo que não se comprem muitas peças por ano? Será possível fazer com que um guarda roupa seja intemporal, mesmo que algumas peças pertençam a tendências passadas?


Deixo estas questões levantadas para os nossos observadores, e espero que a recolha deste nosso trabalho seja útil para concluir alguns factos sobre o consumo no mercado do vestuário dos nossos dias. Deixo-vos então as fotos e os respectivos dados!



Os estudantes tendem a comprar peças mais baratas...

Numa família em que há pessoas empregadas os gastos podem ser divididos entre peças mais caras e peças mais baratas...

Peças que custam mais dinheiro têm uma maior duração no seu tempo de vida, podendo ainda manter-se actuais durante várias estações...


Os estilos, independentemente do seu género, podem ser manipulados em diversas lojas, não sendo necessário recorrer aos estabelecimentos especificados em tribos urbanas...

João David, Moda 3
Moda e Mercado, 08

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O que compram de facto as pessoas (continuação)



Trabalho realizado por:
Maria Helena Guedes, nº 6484
Sofia Gomes, nº 6490

Comportamento do Consumidor


No âmbito da cadeira optativa de Comportamento do Consumidor, estudei o seguinte artigo http://www.upf.br/cepeac/download/rev_esp_2006_art8.pdf que fala sobre os factores que influenciam o consumidor a adquirir/consumir os produtos. Aplica-se não só à moda como a todo e qualquer objecto do dia-a-dia, deste um simples champô, a um carro ou uma casa, pois existem 'n' factores que influênciam o indivíduo a consumir, tais como: sociais; culturais; pessoais (idade, ocupação, etc); psicológios e factores como o marketing que tem grande influencia sobre o indivíduo na hora de escolher este ou aquele produto.
Espero que o artigo vos possa ser útil nesta como noutra cadeira, agora ou futuramente ;)


Sofia Gomes,
6490

domingo, 23 de novembro de 2008

Trabalho de Campo

Cool Hunter
Ana Margarida Dias Machado
#6464







sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Trabalho de campo







Filipa Leal V.
#6477

D'olho no mercado alternativo: LOJA 67


Olá fashionistas!
Voltamos com um novo estudo de mercado, direccionado ao mercado alternativo, mais especificamente à loja 67. Foi um estudo muito interessante, e que esperamos que motive os nossos visitantes a ir dar uma espreitadela nesta loja tão diferente. O estudo foca os aspectos relevantes do tipo de venda dado nesta loja e como a sua gerente articula os consumidores, os fornecedores, etc. Apresentamos então os resultados da nossa pesquisa.


A LOJA
Situada na Avenida da Liberdade, em Lisboa, na porta que lhe corresponde ao nome, esta loja começou, no ano de 1914, por ser uma vacaria, que fornecia leite e tinha, inclusivé, vacas no seu interior. Posteriormente sucederam-se outros tipos de mercado até que nos anos 50 este estabelecimento se tornou numa oficina de automóveis. Desde então os seus proprietários iniciaram ligações a feiras de automobilismo, chegando mesmo a colaborar com competições ao nível profissional.
Assim, do automobilismo à venda de diversos acessórios foi um pequeno passo, tornando-se esta loja cada vez mais eclética.
Ao entrar na loja, a primeira chamada de atenção é delegada a um grande móvel de estilo barroco de madeira talhada em cornucópias e anjos. Esta peça confere um contraste interessante com o carácter descontraído e quase familiar da loja. Abstraindo-nos deste facto, o passo seguinte é procurar um artigo que seja do nosso interesse ou então satisfazer a curiosidade relativa a este estabelecimento tão invulgar, uma vez que existe uma infinidade de produtos, de diferentes tipos, e que podem interessar aos mais variados clientes.

OS PRODUTOS

Observando a montra pela primeira vez, sem conhecer o passado da loja, poder-se-à pensar que o seu conceito se baseia na junção de várias tribos urbanas num mesmo espaço. No entanto, com a nossa observação, constatamos que existe uma maior importância em artigos relacionados com motociclismo e automobilismo, de entre os quais se destacam peças de roupa em pele (casacos e calças de cabedal), como também outras peças de cariz desportivo e prático. Claro que, como qualquer tipo de vestuário, estas peças tornam-se emblemáticas em diversas tribos urbanas (hippies, punks, góticos, motoqueiros, metaleiros, etc.). Numa atitude inteligente, a loja soube procurar artigos do interesse de cada um destes grupos, disponibilizando variedade para um público também ele muito variado, e acabando por coincidir estes interesses com os dos proprietários da loja.
Assim, muito para além de emblemas automobilísticos, luvas, botas, e toda uma gama de artigos relacionados com a origem da loja, está disponível um universo de bijuteria gótica e punk, como também objectos decorativos de cariz espiritual como espanta espíritos e caçadores de sonhos. Ainda a acrescentar temos as t-shirts de várias bandas distintas, respectivos patchs, pins, postais e posters que vão dos Metálica às Spice Girls.
Numa última observação, apesar de ser uma loja muito interessante e que chama a atenção de um grande número de pessoas, a 67 não se insere directamente no mercado de vestuário, sendo que não se preocupa em disponibilizar quantidade e variedade ao nível de peças – quando se trata de roupa, prefere apenas garantir que terá artigos interessantes para os clientes habituais e para os mais curiosos.
AS MARCAS

Contrariando estratégias standard de mercado, os proprietários desta loja não dão relevância ao factor “marca”. Os critérios de escolha dos produtos baseiam-se exclusivamente no gosto pessoal - ou como foi referido pela proprietária, o “feeling” - e numa tentativa de resposta às necessidades dos seus clientes. Por outro lado, à medida que o gosto dos proprietários foi evoluindo, também os artigos que adquirem para a loja vão variando ou aumentando a nível de variedade.
Assim, acaba por existir uma diversidade imensa de marcas, tal como de produtos, que podem ou não ser identificadas pelo público. De entre estas pode-se destacar a marca DockMartins, que tem inclusivé um expositor próprio e publicidade presente na loja. Entretanto, mais nenhuma marca assume uma posição semelhante, sendo que há peças que nem possuem etiqueta. As peças ganham campo na loja não pela sua marca mas sim pela sua categoria (ou é um cabedal, ou um acessório automobilístico, ou t-shirt, etc.).



OS FORNECEDORES

Os seus fornecedores são na sua maioria provenientes de Inglaterra. Estes agentes e representantes de diversas marcas consideram que a loja 67 é um dos locais propícios ao escoamento dos seus produtos. Por este motivo, um dos meios pelos quais a loja adquire os produtos é através da visita dos representantes das marcas à loja, possibilitando uma escolha personalizada no momento.
Devido à peculiaridade de artigos existentes na loja, esta torna-se apelativa para marcas que não queiram estar presentes em lojas mais massificadas mas sim em lojas alternativas, às quais as pessoas vão sempre recorrer para encontrarem produtos diferentes e diversificados que actualmente escaceiam no mercado.
Por fim resta referir que a loja 67 não negoceia com feiras, sendo que os seus fornecedores são conhecidos de longa data (das referidas viagens a Inglaterra para eventos automobilísticos) ou adquiridos a partir da personalidade inerente à loja.

OS PREÇOS

Os preços, de acordo com a vasta oferta, são muito variados. Analisando específicamente as peças de roupa, constatamos que aquelas com preços mais elevados são os casacos e as calças de pele rondando os 100 e os 180 euros. Também as botas de biqueira de aço estão marcadas aos 125 euros. Umas calças fantasia tartan podem chegar aos 90 euros e as mais baratas ficam pelos 30 euros. Outros acessórios de moda como os cintos podem custar de 15 a 20 euros.

OS CLIENTES

Obedecendo às características que tem, a loja 67 possui um público muito diversificado, onde se inserem pessoas de todas as faixas etárias e de todos os grupos sociais. Numa observação passiva, podem-se ver tanto crianças, jovens raparigas, ou homens de mais idade a entrar neste estabelecimento. Enquanto observávamos a loja, nenhum dos clientes que entrou aparentava pertencer a alguma tribo urbana, contrariando qualquer primeira impressão que se possa ter acerca deste estabelecimento. Por outro lado, estas pessoas também são clientes: afinal, os artigos disponíveis dirigem-se precisamente a estes grupos, quer intencionalmente ou não.
A fidelidade é, surpreendentemente, inerente a alguns clientes. A loja orgulha-se de ter clientes em diversos pontos do país, até mesmo fora do continente (Açores, Madeira). Da mesma forma, os clientes passam de geração em geração, sendo que os avós levam os seus netos, que por sua vez se tornam, também, clientes.
É de referir também, tendo em conta a localização central da loja e o seu factor peculiar, que muitos turistas são levados a entrar na loja e servirem-se de alguns artigos como lembrança ou souvenir. O facto de os turistas poderem fotografar a loja divulga a mesma para outros visitantes dos respectivos países.
Da mesma maneira que desperta a atenção do público em geral, também produtores de cinema e de televisão procuram a diversidade que a loja 67 disponibiliza. Segundo a senhora que gere a loja, já teve várias ocasiões em que vendeu para teatro, ou filmes, tendo inclusivé atendido La Féria.
OS CONCORRENTES

Embora não tenhamos nenhuma outra loja de referência que possamos considerar como um concorrente directo à loja 67, devido à diversidade de oferta de produtos, claro que outras lojas têm produtos iguais ou semelhantes, sendo que na sua maioria são mais aprofundadas na respectiva temática. Tomemos por exemplo a loja Off Limits. Esta loja vende artigos de decoração góticos, streetwear e marcas como a “Resina”, aprofundando o conceito de arte de rua (grafittis). Por outro lado, existe também a loja “Orientese”, que vende artigos mais relacionados com o espírito hippie, como incensos, roupa étnica, e artigos indígenas, alguns dos quais também se encontram na loja 67.
Comprova-se então que a loja estudada não tem qualquer concorrente directo, mas sim concorrentes indirectos que, apesar de abordarem temáticas diferentes na sua essência, e conceitos específicos, vendem artigos que também se encontram presentes na loja que estudámos.