segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

D'Olho nas Opções dos Consumidores

Este trabalho, de cariz individual, tem como fim chegar a conclusões sobre como as pessoas manipulam aquilo que está disponível nas lojas de roupa. Claro que cada um tira as suas próprias conclusões, porém, como se pode observar nas seguintes imagens e dados, as pessoas compram roupa mediante a sua situção familiar (ou número de pessoas na família), o seu emprego (se for um estudante não irá ter os mesmos gastos que uma pessoa empregada), o seu estilo e, como é claro, a sua classe social. Por outro lado, comprar peças de forma inteligente assume várias formas no seu conceito: será possível manter um guarda roupa actualizado mesmo que não se comprem muitas peças por ano? Será possível fazer com que um guarda roupa seja intemporal, mesmo que algumas peças pertençam a tendências passadas?


Deixo estas questões levantadas para os nossos observadores, e espero que a recolha deste nosso trabalho seja útil para concluir alguns factos sobre o consumo no mercado do vestuário dos nossos dias. Deixo-vos então as fotos e os respectivos dados!



Os estudantes tendem a comprar peças mais baratas...

Numa família em que há pessoas empregadas os gastos podem ser divididos entre peças mais caras e peças mais baratas...

Peças que custam mais dinheiro têm uma maior duração no seu tempo de vida, podendo ainda manter-se actuais durante várias estações...


Os estilos, independentemente do seu género, podem ser manipulados em diversas lojas, não sendo necessário recorrer aos estabelecimentos especificados em tribos urbanas...

João David, Moda 3
Moda e Mercado, 08

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