sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Exame

Na disciplina de Moda e Mercado explorámos as diferentes formas de distribuição, explorámos as escolhas feitas pelos consumidores, quer em termos de produto, de local onde o adquire e as razões de preferência. O objectivo era perceber o merdado duma forma dinâmica, ressaltando a interacção entre o consumidor, produto e local de compra.





Bruno Elias

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

"UM OLHAR DIRECCIONADO" Consumer Way

Com a realização do presente painel proposto, optou-se pelo estudo pormenorizado de alguns consumidores de uma meio social específico, neste caso, a "Universidade Lusíada".
Tendo em conta, que sendo uma universidade privada revela à partida um acréscimo monetário relativamente ao ensino público, a evidência desse facto no consumo de vestuário foi uma das questões fulcrais detidas no processo de análise.
Acompanhando um período semanal de uma das consumidoras com quem convivo diariamente, procurei relacionar o factor real "dinheiro", com a "necessidade" ou a falta desta no momento da compra.




Comparativamente, e direccionando o estudo para um público-alvo jovem, entre os 20 e os 22 anos, conclui-se que, e dado que até ao momento nenhum dos presentes consumidores denota um emprego sustentável, o consumismo resume-se ao montante disponível e aceitável cedido pelos familiares, na sua maioria, pelos pais.
A diversidade de cursos, manifesta não só que jovens de sensibilidades culturais, e sociais diferentes convivem num mesmo universo social, e que contrariamente ao referenciado pela consumidora principal (aquela com quem convivo), não manifestam claramente o seu estatuto social, e hierárquico através das roupas, como esta parece pretender demonstrar na generalidade.
Quando questionada de "Porque consomes com tanta frequência peças de vestuário e acessórios?", a consumidora apenas assume que contrariamente ao que a maioria possa sustentar, trata-se de uma forma prazerosa de realização pessoal, que manifestamente denota a sua incoerência pessoal. De facto, o consumismo pode ser fruto apenas de um poder mental irreal, mas a incongruência no modo de revelação imagética que esta procura denotar perante o seu meio social, incorpora outro tipo de responsabilidade pessoal, inclusivé no momento da compra.
Comparativamente, todos os outros consumidores questionados, não são afectados precisamente pelo factor "moda actual", mas não deixam de procurar peças que os satisfaçam, ainda que com uma maior distanciação temporal. Para os rapazes inclusivé, e tratando-se de irmãos gémeos, o custo a sustentar a cada estação, parece ser um dos factores principais que os sensibiliza no momento da compra. Estes irmãos demonstram ainda que com pouca roupa se pode manter e deter um estilo muito próprio e característico, que não os afasta do meio social em que a consumidora principal está inserida, mas os distingue dos demais, e os insere como tal, e preferencialmente, por essa diferenciação em diferentes grupos sociais. São consumidores que não adquirem produtos em função do meio onde estão inseridos, mas dos seus gostos pessoais, e da sua satisfação, em detrimento dos restantes. Este facto possibilita-lhes a diversidade social que concordam entre ambos possuir, sem disso serem motivo de exclusão entre grupos.

Os seus custos totais, denotam essa realidade, e num deles os custos aumentam em função dos acessórios - óculos utilizados, não porque a sua escolha foi de marca, mas porque actualmente, também assim o incutem as lojas de venda óptica direccionadas ao consumidor.



Quanto à consumidora principal do estudo, esta manifesta os gastos exagerados detidos sobretudo em peças acessórias, que contrapõem, mas contrastam com o seu infindável "guarda-roupa".
Quanto à consumidora de Gestão, esta sustenta o seu principal gosto por roupa de "moda", mas sobretudo a preocupação com a durabilidade das peças, ainda que imponha que "dar 100,00 € por uma camisola de marca, bastante simples, pagando só o custo da marca, me parece totalmente irreal", o que contrapõe, por exemplo os gastos detidos pela consumidora semanal, por exemplo na camisola da "Moschino", de corte simples, com um custo de 120,00 €.
Em suma, e apesar de pretender manter um estatuto social, sem desde decair, a consumidora fulcral do estudo, pelo menos durante o período em análise, não denotou o consumismo monetário exagerado, relativamente aos restantes consumidores.
A experiência pessoal, ainda assim que detenho diariamente permite-me vislumbrar o quão importante, a questão monetária se assume para a supra referenciada consumidora.
De facto, a questão Universidade Lusíada vs Consumismo de Vestuário e afins, não parece revelar factos substancialmente diferentes dos encontrados noutro tipo de meio social, ou grupo em estudo.


Andreia Sofia Rosado dos Santos
#6471 - Design de Moda

sábado, 13 de dezembro de 2008

A importância das marcas

Tendo em conta os nossos dois últimos trabalhos na cadeira de Moda e mercado decidi fazer uma pequena pesquisa em alusão às marcas e tentar descobrir a sua importância. Através de pesquisas juntamente com a cadeira de Comportamento do Consumidor e de textos relacionados com a cadeira de Moda e Mercado encontrei o seguinte artigo que aqui vou pôr:

"Construir uma marca e agregar valor à esta marca é um objectivo natural das organizações, mas em certos momentos a posse desta marca é compartilhada com seus consumidores, e então as organizações encontram novos desafios no mercado, entre eles, gerenciar esta oportunidade. Você pode até imaginar que a marca é pertencente à empresa, que é esta empresa que a moldou, conforme suas necessidades e que disponibilizou-a aos consumidores com seus produtos ou serviços.Mas em um mundo que está passando por mudanças rapidamente é possível visualizar que a marca não é mais um ativo único e exclusivo da organização, seus consumidores também compartilham desta oportunidade, especialmente quando a internet é bem utilizada e cumpre um papel importante como ferramenta de comunicação.E então você pensa que os produtos ou serviços que sua empresa oferta são da organização, não há como compartilhar com nenhuma pessoa o poder de usar ou divulgar a marca, mas basta você olhar um pouco para suas ações de comunicação e ver que o Marketing viral permite entender um pouco melhor esta novidade do mercado, e se você utilizar-se do buzz Marketing, saberá que seu consumidor também ajuda a distribuir sua marca e divulga seus produtos.Só que estes não são os processos, ou veículos, que dão ao consumidor o poder de usar a marca, ao menos não são exclusivamente estes, e você se depara com comunidades em redes sociais, sites, blogs, jogos etc., todos ligados à sua marca e feitos pelos consumidores, o que pode ser espantoso no início, mas que demonstra o quanto aquele, ou aqueles, consumidor aprecia seu produto ou serviço.O que algumas organizações ainda não compreendem é a forma como interagir com estes consumidores, que tornam-se integrantes da organização sem um vínculo real e que podem transmitir uma mensagem muito mais poderosa do que a própria empresa.Diante das possibilidades encontradas, principalmente dentro da internet, há um grande desafio a ser administrado pelas organizações, pois em certos momentos são criadas peças ou vídeos utilizando uma marca e que enviam mensagens para a organização, já houve casos em que uma organização abriu espaço para que os clientes criassem peças para um produto e que o retorno foi negativo para a empresa, porque esta havia deixado de lado alguns consumidores, e no momento “errado” deu poder aos consumidores, e todas as criações foram elaboradas sobre aquele momento em que a empresa não os deu a devida atenção.Além de receber uma ajuda dos consumidores a organização pode receber recados dos mesmos, para melhorar seus produtos, atendimento, serviços etc., pois o cliente deseja adquirir seus produtos, mas também deseja um tratamento adequado.As empresas podem ter o registro de muitas marcas, possuir inúmeros produtos, mas de nada valem se não há consumidores que possam desfrutar de algum produto ou serviço, e se a empresa deseja ou não, terá que compartilhar a posse da marca com seus clientes."
Espero q vos possa ser útil!!!
Sofia Gomes
6490

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

D'Olho nas Opções dos Consumidores

Este trabalho, de cariz individual, tem como fim chegar a conclusões sobre como as pessoas manipulam aquilo que está disponível nas lojas de roupa. Claro que cada um tira as suas próprias conclusões, porém, como se pode observar nas seguintes imagens e dados, as pessoas compram roupa mediante a sua situção familiar (ou número de pessoas na família), o seu emprego (se for um estudante não irá ter os mesmos gastos que uma pessoa empregada), o seu estilo e, como é claro, a sua classe social. Por outro lado, comprar peças de forma inteligente assume várias formas no seu conceito: será possível manter um guarda roupa actualizado mesmo que não se comprem muitas peças por ano? Será possível fazer com que um guarda roupa seja intemporal, mesmo que algumas peças pertençam a tendências passadas?


Deixo estas questões levantadas para os nossos observadores, e espero que a recolha deste nosso trabalho seja útil para concluir alguns factos sobre o consumo no mercado do vestuário dos nossos dias. Deixo-vos então as fotos e os respectivos dados!



Os estudantes tendem a comprar peças mais baratas...

Numa família em que há pessoas empregadas os gastos podem ser divididos entre peças mais caras e peças mais baratas...

Peças que custam mais dinheiro têm uma maior duração no seu tempo de vida, podendo ainda manter-se actuais durante várias estações...


Os estilos, independentemente do seu género, podem ser manipulados em diversas lojas, não sendo necessário recorrer aos estabelecimentos especificados em tribos urbanas...

João David, Moda 3
Moda e Mercado, 08

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O que compram de facto as pessoas (continuação)



Trabalho realizado por:
Maria Helena Guedes, nº 6484
Sofia Gomes, nº 6490

Comportamento do Consumidor


No âmbito da cadeira optativa de Comportamento do Consumidor, estudei o seguinte artigo http://www.upf.br/cepeac/download/rev_esp_2006_art8.pdf que fala sobre os factores que influenciam o consumidor a adquirir/consumir os produtos. Aplica-se não só à moda como a todo e qualquer objecto do dia-a-dia, deste um simples champô, a um carro ou uma casa, pois existem 'n' factores que influênciam o indivíduo a consumir, tais como: sociais; culturais; pessoais (idade, ocupação, etc); psicológios e factores como o marketing que tem grande influencia sobre o indivíduo na hora de escolher este ou aquele produto.
Espero que o artigo vos possa ser útil nesta como noutra cadeira, agora ou futuramente ;)


Sofia Gomes,
6490

domingo, 23 de novembro de 2008

Trabalho de Campo

Cool Hunter
Ana Margarida Dias Machado
#6464







sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Trabalho de campo







Filipa Leal V.
#6477

D'olho no mercado alternativo: LOJA 67


Olá fashionistas!
Voltamos com um novo estudo de mercado, direccionado ao mercado alternativo, mais especificamente à loja 67. Foi um estudo muito interessante, e que esperamos que motive os nossos visitantes a ir dar uma espreitadela nesta loja tão diferente. O estudo foca os aspectos relevantes do tipo de venda dado nesta loja e como a sua gerente articula os consumidores, os fornecedores, etc. Apresentamos então os resultados da nossa pesquisa.


A LOJA
Situada na Avenida da Liberdade, em Lisboa, na porta que lhe corresponde ao nome, esta loja começou, no ano de 1914, por ser uma vacaria, que fornecia leite e tinha, inclusivé, vacas no seu interior. Posteriormente sucederam-se outros tipos de mercado até que nos anos 50 este estabelecimento se tornou numa oficina de automóveis. Desde então os seus proprietários iniciaram ligações a feiras de automobilismo, chegando mesmo a colaborar com competições ao nível profissional.
Assim, do automobilismo à venda de diversos acessórios foi um pequeno passo, tornando-se esta loja cada vez mais eclética.
Ao entrar na loja, a primeira chamada de atenção é delegada a um grande móvel de estilo barroco de madeira talhada em cornucópias e anjos. Esta peça confere um contraste interessante com o carácter descontraído e quase familiar da loja. Abstraindo-nos deste facto, o passo seguinte é procurar um artigo que seja do nosso interesse ou então satisfazer a curiosidade relativa a este estabelecimento tão invulgar, uma vez que existe uma infinidade de produtos, de diferentes tipos, e que podem interessar aos mais variados clientes.

OS PRODUTOS

Observando a montra pela primeira vez, sem conhecer o passado da loja, poder-se-à pensar que o seu conceito se baseia na junção de várias tribos urbanas num mesmo espaço. No entanto, com a nossa observação, constatamos que existe uma maior importância em artigos relacionados com motociclismo e automobilismo, de entre os quais se destacam peças de roupa em pele (casacos e calças de cabedal), como também outras peças de cariz desportivo e prático. Claro que, como qualquer tipo de vestuário, estas peças tornam-se emblemáticas em diversas tribos urbanas (hippies, punks, góticos, motoqueiros, metaleiros, etc.). Numa atitude inteligente, a loja soube procurar artigos do interesse de cada um destes grupos, disponibilizando variedade para um público também ele muito variado, e acabando por coincidir estes interesses com os dos proprietários da loja.
Assim, muito para além de emblemas automobilísticos, luvas, botas, e toda uma gama de artigos relacionados com a origem da loja, está disponível um universo de bijuteria gótica e punk, como também objectos decorativos de cariz espiritual como espanta espíritos e caçadores de sonhos. Ainda a acrescentar temos as t-shirts de várias bandas distintas, respectivos patchs, pins, postais e posters que vão dos Metálica às Spice Girls.
Numa última observação, apesar de ser uma loja muito interessante e que chama a atenção de um grande número de pessoas, a 67 não se insere directamente no mercado de vestuário, sendo que não se preocupa em disponibilizar quantidade e variedade ao nível de peças – quando se trata de roupa, prefere apenas garantir que terá artigos interessantes para os clientes habituais e para os mais curiosos.
AS MARCAS

Contrariando estratégias standard de mercado, os proprietários desta loja não dão relevância ao factor “marca”. Os critérios de escolha dos produtos baseiam-se exclusivamente no gosto pessoal - ou como foi referido pela proprietária, o “feeling” - e numa tentativa de resposta às necessidades dos seus clientes. Por outro lado, à medida que o gosto dos proprietários foi evoluindo, também os artigos que adquirem para a loja vão variando ou aumentando a nível de variedade.
Assim, acaba por existir uma diversidade imensa de marcas, tal como de produtos, que podem ou não ser identificadas pelo público. De entre estas pode-se destacar a marca DockMartins, que tem inclusivé um expositor próprio e publicidade presente na loja. Entretanto, mais nenhuma marca assume uma posição semelhante, sendo que há peças que nem possuem etiqueta. As peças ganham campo na loja não pela sua marca mas sim pela sua categoria (ou é um cabedal, ou um acessório automobilístico, ou t-shirt, etc.).



OS FORNECEDORES

Os seus fornecedores são na sua maioria provenientes de Inglaterra. Estes agentes e representantes de diversas marcas consideram que a loja 67 é um dos locais propícios ao escoamento dos seus produtos. Por este motivo, um dos meios pelos quais a loja adquire os produtos é através da visita dos representantes das marcas à loja, possibilitando uma escolha personalizada no momento.
Devido à peculiaridade de artigos existentes na loja, esta torna-se apelativa para marcas que não queiram estar presentes em lojas mais massificadas mas sim em lojas alternativas, às quais as pessoas vão sempre recorrer para encontrarem produtos diferentes e diversificados que actualmente escaceiam no mercado.
Por fim resta referir que a loja 67 não negoceia com feiras, sendo que os seus fornecedores são conhecidos de longa data (das referidas viagens a Inglaterra para eventos automobilísticos) ou adquiridos a partir da personalidade inerente à loja.

OS PREÇOS

Os preços, de acordo com a vasta oferta, são muito variados. Analisando específicamente as peças de roupa, constatamos que aquelas com preços mais elevados são os casacos e as calças de pele rondando os 100 e os 180 euros. Também as botas de biqueira de aço estão marcadas aos 125 euros. Umas calças fantasia tartan podem chegar aos 90 euros e as mais baratas ficam pelos 30 euros. Outros acessórios de moda como os cintos podem custar de 15 a 20 euros.

OS CLIENTES

Obedecendo às características que tem, a loja 67 possui um público muito diversificado, onde se inserem pessoas de todas as faixas etárias e de todos os grupos sociais. Numa observação passiva, podem-se ver tanto crianças, jovens raparigas, ou homens de mais idade a entrar neste estabelecimento. Enquanto observávamos a loja, nenhum dos clientes que entrou aparentava pertencer a alguma tribo urbana, contrariando qualquer primeira impressão que se possa ter acerca deste estabelecimento. Por outro lado, estas pessoas também são clientes: afinal, os artigos disponíveis dirigem-se precisamente a estes grupos, quer intencionalmente ou não.
A fidelidade é, surpreendentemente, inerente a alguns clientes. A loja orgulha-se de ter clientes em diversos pontos do país, até mesmo fora do continente (Açores, Madeira). Da mesma forma, os clientes passam de geração em geração, sendo que os avós levam os seus netos, que por sua vez se tornam, também, clientes.
É de referir também, tendo em conta a localização central da loja e o seu factor peculiar, que muitos turistas são levados a entrar na loja e servirem-se de alguns artigos como lembrança ou souvenir. O facto de os turistas poderem fotografar a loja divulga a mesma para outros visitantes dos respectivos países.
Da mesma maneira que desperta a atenção do público em geral, também produtores de cinema e de televisão procuram a diversidade que a loja 67 disponibiliza. Segundo a senhora que gere a loja, já teve várias ocasiões em que vendeu para teatro, ou filmes, tendo inclusivé atendido La Féria.
OS CONCORRENTES

Embora não tenhamos nenhuma outra loja de referência que possamos considerar como um concorrente directo à loja 67, devido à diversidade de oferta de produtos, claro que outras lojas têm produtos iguais ou semelhantes, sendo que na sua maioria são mais aprofundadas na respectiva temática. Tomemos por exemplo a loja Off Limits. Esta loja vende artigos de decoração góticos, streetwear e marcas como a “Resina”, aprofundando o conceito de arte de rua (grafittis). Por outro lado, existe também a loja “Orientese”, que vende artigos mais relacionados com o espírito hippie, como incensos, roupa étnica, e artigos indígenas, alguns dos quais também se encontram na loja 67.
Comprova-se então que a loja estudada não tem qualquer concorrente directo, mas sim concorrentes indirectos que, apesar de abordarem temáticas diferentes na sua essência, e conceitos específicos, vendem artigos que também se encontram presentes na loja que estudámos.






quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O que compram e vestem de facto as pessoas?

Aqui estão as 4 pessoas a quem tirei fotografia e analisei a roupa (preços e lojas) no ambito da cadeira de Moda e Mercado.


Trabalho realizado por:
Maria Helena Guedes, 6484
Sofia Gomes, 6490

terça-feira, 18 de novembro de 2008

FEIRA VINTAGE


Realizada no dia 20 de Novembro de 2009, pretende-se com a mesma, a angariação de fundos monetários, para a execução dos projectos de final de curso.

Análise de consumo





Trabalho realizado no âmbito da Disciplina de Moda e Mercado. Esta análise consistia na análise das marcas que as pessoas compram, de facto, e quanto dinheiro têm visto nas suas opções. Para a minha análise optei por analisar uma única pessoa, durante uma semana (a sexta-feira irá ser colocada), para concluir o que leva as pessoas a comprar determinadas peças, caras e outras mais baratas, quais os factores que as influenciam.

guidaSvet (Andreia Pereira)







sábado, 1 de novembro de 2008

"Memórias" em Papel

Projecto realizado no âmbito da Disciplina de Design de Moda V.
O Projecto consistia, na construção de uma peça que fosse feminina e contemporânea, a partir de uma imagem do passado. O suporte de criatividade foi o papel.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

D'olho na venda por catálogo - La Redoute, um estudo de mercado



Olá coleguitas e visitantes!
Como alguns já sabem o nosso estudo de mercado centrou-se na venda por catálogo, mais precisamente na empresa "La Redoute".
A análise que desenvolvemos foca, principalmente, as componentes do "marketing-mix" (produto, preço, distribuição e promoção). Outros aspectos são igualmente abordados, tais como dados estatísticos, a concorrência e ainda, os serviços disponibilizados pela empresa.
Para vos dar a conhecer a análise e o trabalho desenvolvido, informações irão sendo adicionadas com regularidade.

Apresenta-se, de seguida o trabalho.


D'olho na venda por catálogo - La Redoute, um estudo de mercado
por: Andreia Pereira (guida), Andreia Santos e Raquel Pineza


HISTÓRIA

A La Redoute, apresenta-se como uma marca francesa com origens advindas de uma vila denominada Rouboix. A história da marca conta com mais de 130 anos, transformando-se ao longo dos mesmos, numa das líderes de vendas de catálogos à distância.
“La Redoute” remonta da época medieval, de uma vila de Rouboix, na qual foi construído um forte (redoute), onde se encontra, actualmente, a empresa. Contrapondo-se à definição anterior apresenta-se uma outra para a escolha deste nome, que deriva de uma sala de espectáculos, no mesmo local. Outra das versões, e provavelmente a mais credível, resulta do começo da empresa na Rue de La Redoute, em Rouboix.
Charles Pollet, industrial têxtil da vila de Rouboix, no ano de 1873, fundou uma fábrica de fiacção na Rue de La Redoute, anteriormente referida. Esta fábrica, ao longo dos anos, foi crescendo no mercado comercial, lançando-se em 1922 na venda à distância. O ano de 1922, marca assim o início de uma das maiores empresas de venda à distância.
Em 1922, e devido à 1ª Guerra Mundial, o sector têxtil no norte da França vive uma crise económica sem precedentes. Para as fábricas de fiação da La Redoute, a crise levou mesmo à perda de mercados importantes, tendo como consequência directa, as perdas financeiras. No entanto, a empresa La Redoute, adaptando-se às circunstâncias, encontra alternativas, nomeadamente a venda à distância de linhas para tricotar.
Em 1928, e com o sucesso obtido com este tipo de venda, desenvolve novas ferramentas para prosseguir com o seu crescimento. É desta forma que nasce, nesse mesmo ano, o primeiro catálogo da La Redoute. Apresentando apenas 16 páginas e quarenta artigos, todos em malha, torna-se relevante para o seu progresso enquanto catálogo. Os que se seguiram foram aumentando em números de páginas, sem nunca deixar passar o princípio que estava na sua origem: a antecipação das tendências e a satisfação do cliente.
Inicialmente, as encomendas eram realizadas pelos correios, mas com a manifestação de alguns problemas, a La Redoute desenvolve a Sogep, uma empresa de transporte pertencente à La Redoute, responsável pela entrega directa de uma parte das encomendas, que direccionou correctamente o desenrolar da marca.
Posteriormente, e com o desenvolvimento das novas tecnologias, como o telefone, que supera inevitavelmente o correio, uma maior proximidade com o cliente, evidencia-se como umas das máximas relevantes da empresa.
Em 1956, novos produtos são inseridos no catálogo, nomeadamente no segmento de artigos para o lar, precisamente no mobiliário e jardim. O catálogo La Redoute, transforma-se, assim, numa “Grande Superfície ao Domicilio”.

Com o rápido desenvolvimento e crescimento da empresa, torna-se extremamente necessária a adaptação às novas tecnologias. Assim, com o surgimento dos primeiros computadores, no ano de 1961, inicia-se a preocupação com instalação do primeiro terminal na Europa, que é de facto efectuada no ano de 1965.
A informática insere-se em todos os campos da empresa, desde o simples acto de efectuar uma encomenda, até à sua entrega ao cliente.
Nos anos 60, a La Redoute, colocou em prática uma estratégia inovadora que se manteve até aos dias de hoje, convidando grandes nomes da moda, da música e do espectáculo para a participação no catálogo.
Em 1963, a empresa surge com o primeiro laboratório de controlo de qualidade. Primeiramente, apenas os artigos têxteis seriam testados, alargando-se os testes, em fase posterior, a todo o catálogo.
Para a La Redoute, a fidelização dos clientes sempre se mostrou como uma preocupação primária. Em 1975, procede-se à abertura de estabelecimentos “rendez-vous catalogue” nas grandes cidades francesas, o que revigora mas subscreve os princípios adjacentes. Estas lojas permitiram como tal, de uma forma mais precisa e humana, atender todos os clientes, no sentido de os ouvir e aconselhar correctamente.
Desde 1925 que a La Redoute se tem vindo a expandir além fronteiras.
Em Portugal, a La Redoute, associa-se à “Europirâmide”, uma empresa de venda à distência, que projecta no mercado um mini catálogo de artigos têxteis, emergindo como um grande sucesso, a nível nacional.
Em 1988, a La Redoute adquire 51% do capital da “Europirâmide”, e em 1990, inaugura as novas instalações em Leiria. Demonstra-se com grande afluência a nível nacional, ainda que se revele como a única empresa de venda por catálogo em Portugal.
Em 1992, a empresa compra 100% do capital da “Europirâmide”, maioritariamente devido ao ano recorde em volume de negócios, com resultados que atingem os 10,9% em exportação e os 41,7 milhões de euros de lucro. No ano seguinte, a empresa é considerada a melhor empresa comercial em Portugal.
O catálogo português retoma de forma integral o catálogo francês, em 1997, e inauguram-se os três primeiros “Pontos La Redoute”.
A partir de 1999 alia-se ao grupo “RedCats”[1], e adquire autonomia informática, com a criação do cartão La Redoute. Nesse mesmo ano, evidencia-se o surgimento da “Vertbaudet Portugal”, pertencente ao grupo “RedCats”, com oferta a nível de vestuário e mobiliário infantil, desenvolvendo, em paralelo, moda pré-mamã.
Em 2002, o ficheiro nacional, já conta com 1.8 milhões de moradas para 700 000 clientes activos, projectando assim, em 2005, o desenvolvimento da página de internet e, em 2006, o lançamento da mesma. Em 2007, 20% das vendas registadas são efectuadas, claramente via internet.
Actualmente, a La Redoute Portugal conta com cerca de 300 trabalhadores e tem uma facturação anual de 50 milhões de euros.


PRODUTO
Actualmente, a empresa La Redoute recebe sazonalmente cerca de 5000 novos artigos direccionáveis ao consumidor. Distintamente diferenciáveis denotam a abrangente procura de indivíduos que se congratulam, e desejam obter algum tipo de peça do catálogo, quer via internet, telefone ou mail.
Segmentado para mulheres, homens, crianças e mesmo para o lar, suscita a curiosidade dos demais pela qualidade imagética, pela extensa variedade e atracção visual dos produtos, bem como pelo próprio catálogo físico, quando a encomenda se executa de tal forma.
O revigurar a cada estação, permite ao consumidor a actualização de tendências e a adquirição de produtos exclusivamente existentes no catálogo. A cadeia produtiva da própria empresa, aliada a um número vasto de marcas de renome assegura a difusão e aderência ao catálogo, ainda que, o maior acréscimo de vendas seja obtido na fase de promoções.
Cingindo-se a tamanhos standard, que se sucedem do 34 ao 50, para mulheres, e do 42 ao 60 para homem, assemelha-se ao que com frequência as lojas físicas de distribuição disponibilizam ao público-alvo.
Caracterizado pela heterogeneidade, no que se refere à adaptação ao cliente, o catálogo base apresenta dentro da divisão primária, divisões estrategicamente estruturadas, adjacentes às promoções, no sentido de englobar os diversos padrões económicos, da sociedade actual.
Divisões base convertem-se para as mulheres, em secções de tendências, peças de marca La Redoute Creation & Soft Grey, de estilista, preferências elitistas, peças únicas, desportivas, actuais, de baixo preço (mini preço), com toques de modernidade e sensualidade, formais, citadinas, num encontro de objectivos comuns, facilmente alcançados pela grande diversidade da mostra, adaptável ao imaginário também, e por acréscimo, de um homem globalizado, actual, revigorado, mas sobretudo moderno.
Catalogando os produtos massifica-se a procura e prospera-se em termos de valor vendido vs. encomendas recebidas, uma criteriosa estimativas de produtos/marcas, importantes para o consumidor-alvo, e para a respectiva empresa, como meio assente de lucro.
Marcas como Levis, Pepe Jeans, Adidas, Roxy, Puma, Nike, RipCurl, Lee, MissSixty, Geox, Triumph, Dim, Cacharel, Pucca, Billabong, Reebok, Timberland, Gola, etc., colocam ao dispor da empresa La Redoute produtos acessíveis e presentes nas necessidades dos clientes existentes, e nos demais que assim o desejem.
Jeans, vestidos, t-shirts, camisolas, camisas, casacos e blusões, parkas, calças, saias, calçado, roupa interior, de entre outros, contornam o que para o segmento feminino pode converter a compra de um produto numa lista infindável de possibilidades e mesmo de adquirições adicionais, no final.
O mesmo tipo de efeito focaliza o sector masculino, ainda que, de uma forma menos visível, mas com bastante desenvolvimento, apelando sobretudo ao consumo necessário, em detrimento da proliferação das marcas.
A despeito de todas as dificuldades económicas, os indivíduos preferem assim, a compra via La Redoute, que comparativamente com as grandes marcas, desenvolve a sua própria linha comercial, nomeadamente através da “Active Wear”, “Under Tipster”, “Soft Grey”, “Okaou”, “La Redoute Creation”, “On n’est pas des anges”, mantendo a segmentação estratificada de consumidores.
Paralelamente, e fortalecendo o investimento, a empresa actua no mercado com o catálogo Anne Weyburn e Taillissime, adjectivando “a elegância a cada momento” e “o meu momento de sedução” respectivamente, a preferências e possibilidades formais e físicas dos clientes. No primeiro sugere-se a adaptação a uma idade posterior aos 50 anos, e no segundo a conversão de tamanhos enfatizados como impossíveis, à realidade.
Produtos de cosmética, de casa de banho, cozinha, programas de beleza, de bem-estar, de emagrecimento e de decoração (novidade do ano 2008), fomentam o aumento das vendas, e disponibilizam ao cliente a segurança “enfadonha”, “monótona”, mas “agradável”, de no descanso do lar desfrutar de uma infinidade de produtos.
Acresce a tal, o facto de com recorrência permitir a estilistas de renome, ou não, obter um desempenho e uma projecção mundial, susceptível de avaliação. Nomes referenciados como Kenzo Takada, Paco Rabanne, Karl Lagerfeld, Viktor & Rolf, Jean Paul Gaultier, Sonia Rykiel, Ungaro e Lacroix contrabalançaram o efeito consumidor-preço, projectando peças/produtos que enriqueceram e desvulgarizaram o catálogo, elevando-o a um patamar diferente no mercado da moda.


SERVIÇOS
A La Redoute, líder de vendas por catálogo em Portugal, serve os seus clientes com múltiplos serviços, desde o momento que antecede a encomenda até à chegada da mesma.
Um dos serviços, que hierarquicamente deve ser o primeiro a ser considerado, é a qualidade. Todos os artigos e presentes são submetidos a rigorosos testes, num laboratório certificado com a norma ISO 9001[2]. Os produtos são testados para confirmar a segurança e a conformidade do artigo; o respeito e desempenho do objecto, segundo as descrições de catálogo; a eficácia das embalagens, para uma entrega em bom estado e garantia, que vai de um a dez anos, dependendo do artigo.
Posteriormente a serem testados existem artigos aos quais são atribuídos certificados. O “certificado valor seguro” que é designado a artigos pelo seu critério de qualidade, em termos de corte, acabamento e resistência possui um logótipo amarelo. Acresce a este o certificado “Eleito pelo Laboratório”, atribuído a artigos com excelentes resultados nos testes realizados em laboratório e segundo inquéritos aos clientes. Todos os certificados são indicados junto à descrição dos artigos.
Apesar da qualidade dos produtos, por vezes estes transportam consigo algum tipo de defeito não detectado, que graças ao serviço Após-venda, pode ser devolvido depois de contacto via telefone com as assistentes da La Redoute.
Outro dos serviços prestados remete-se à troca ou devolução. Esta acção, pode ser realizada nos 15 dias após a chegada da encomenda, e para tal é necessário o talão de devolução, que se encontra na parte inferior da factura. O artigo deve retornar na embalagem original, correctamente selada. A encomenda é entregue num dos pontos La Redoute, ou nos CTT, e a troca ou reembolso são efectuados num prazo médio de duas a três semanas, a partir da data em que a devolução/troca dá entrada no armazém.
O serviço de entrega, junta-se aos anteriores, sendo que este têm duas vertentes. A encomenda pode ser adquirida nos pontos La Redoute espalhados pelo país, ou nos CTT, com postal de levantamento. A entrega também, pode ser feita ao domicílio, com o encargo de mais 5€, no horário das 9h às 22h. As despesas de envio estão incluídas na encomenda, e rondam os 3,99€, excepto quando o volume da encomenda condiciona o seu transporte.
O pagamento pode ser efectuado com cartão de crédito (Visa ou MasterCard), cartão La Redoute +[3] e por Contra-Reembolso.


CONSUMIDOR


O Consumidor que se insere na La Redoute pode ser dividido em 3 tipos. O primeiro apresenta-se co,o aquele que por variadissímos motivos, como profissionais, não pode, ou não tem tempo a dispender nas superfícies comerciais. Como tal, adere a este tipo de comércio, principalmente a este tipo de catálogos, como o da La Redoute, que atinge variados segmentos de mercado, e que se torna bastante abrangente em termos de escolha.

O segundo cinge-se ao que não tem paciência física e psicológica para se sujeitar à escolha no comércio tradicional, e que deseja efectuar a sua escolha a partir de um catálogo, no sossego, contrário ao alvoroço latente das lojas, da actualidade.
Acresce aos consumidores que preferem a venda por catálogo, um terceiro grupo que compra nas superfícies comerciais e que, ainda assim, adere aos catálogos, principalmente em época de promoções, ou na procura de peças que apenas nestes co-existem.
A La Redoute abrange todas as faixas etárias, de ambos os sexos, e a maioria das classes sociais portuguesas, ainda que, actualmente a "massa" dos clientes registados aponte as mulheres, como as eleitas. Segundo a La Redoute, de todos os consumidores portugueses, 87% são mulheres, 85% dos 18 aos 34 anos e 42% dos 34 aos 54 anos.
Tal como pretende chegar a todos os segmentos de mercado, a empresa La Redoute deseja também, atingir todos os tipos de consumidores.
Em Portugal, os Pontos La Redoute manifestam-se de norte a sul do país, funcionando como meios de divulgação e entrega de produtos da empresa, o que determina que os consumidores se espalhem por todo o território português, visto que os pontos são colocados em locais que, maioritariamente, demonstram uma grande afluência de encomendas, susceptíveis de influência directa no mercado.
Quanto à fidelização dos clientes, sendo feita através dos serviços anteriormente referidos, que a La Redoute oferece, impõe-se também através das promoções que levam os clientes a comprar, e a optar por determinado produto em detrimento de outros artigos que não teriam aquele valor promocional. A empresa oferece ainda, e, dependendo da época do ano, presentes/cheques brinde juntamente com a encomenda efectuada, direccionando claramente a sua estratégia de fidelização e satisfação do cliente.
A forma como a La Redoute aborda os novos clientes denota um carácter peculiar, uma vez que propõe aos clientes existentes, que numa determinada encomenda, apresentem um amigo(a), como novo cliente. Ambos terão que encomendar algo, recebendo presentes, e como prémio da inscrição, o novo cliente receberá, ainda, e de forma gratuita, um catálogo, que caso contrário, custaria ao mesmo, 5€ (euros).

DISTRIBUIÇÃO

Apresentando-se como um dos fundamentos do marketing-mix, a distribuição procura determinar e demonstrar os meios pelos quais a empresa "La Redoute" escoa a produção, e atinge como objectivo final o consumidor-cliente.
Funcionando como um sector essencial, enquanto actividade económica, procura assegurar que de facto a intermediação entre produtores e consumidores é exercida, adaptando-se ao desenrolar das vendas de produtos, neste caso específico, por catálogo.
A segmentação dos seus elementos implica assim, o estudo minucioso quer das transformações (aspectos de acondicionamento e embalagem de produtos), transporte, como de armazenamento, num ciclo directo e curto de produtor ↔ consumidor, com o distribuidor como intermediário.
Divulgada mundialmente, aposta na estratificação criteriosa do mercado e encontra-se segregada a, pelo menos, dezanove países, ainda que, maioritariamente, europeus.
Do ponto de vista do produtor, a La Redoute, e procurando um marketing directo de afiliação, cinge-se à recolha de uma produção em grande escala de determinado produto, apelando ao sentido crítico quer da própria marca, como em específico do consumidor, possuindo uma capacidade de resposta alargada à mudança, quer de tendências, como de estilos e comportamento físico/psicológico do cliente, num curto espaço de tempo.
Indiscutivelmente, a “massa” de produtos/produtores aliados à empresa La Redoute, proveniente numa fase incial do mercado francês, denota um alargado espectro divisível por mulher, homem, criança e lar, como anteriormente mencionado, e o distribuidor internacional desenvolvendo o seu papel intermediário proporciona correctamente o acondicionamento dos produtos, e a interacção entre produtor e cliente.
Sendo à partida uma empresa de distribuição, ainda que à distância, funciona como retalhista, num elo directo de exportação/importação, que refere a recepção e entrega da mercadoria como essenciais.
No entanto, e necessitando de parcerias e colaboradores, recepciona tanto das empresas RedCats, Zanox, Generix Group e Young Network, o apoio e segurança na manutenção do stock, o que as garante, principalmente, como agentes do mercado eurupeu.
Apostando na venda com entrega diferida por correspondência, a La Redoute procura garantir um produto de mercado visivelmente cómodo e comparável, onde a acessibilidade vs. marca/ qualidade/ preço/ serviços se apresentam resguardados.
De uma forma global, a empresa “La Redoute” revela a seguinte distribuição:



Quando o processo local e interno é iniciado, a rede de distribuidores reagrupa-se, e o processo de multimarca manifesta a sua importância. São exemplos de tal, os distribuidores Pingo Doce, 5 à Sec, 5 à Fil e CTT Correios. Estes distribuidores consideram a política de preços e serviços, e rentabilizam economicamente a sua política de comunicação, adaptando a quantidade de mercadoria em recepção, à localização geográfica do seu público-alvo. É desta divisão que derivam os “Pontos La Redoute”.
Assim, a distribuição interna surge da seguinte forma:

PROMOÇÃO

A promoção da empresa surge de diversificadas formas, atingindo, no entanto e, preferencialmente os clientes existentes.
O catálogo manifesta-se como o principal meio de divulgação, pela qual a La Redoute se promove, tanto a nível de si mesmo, como a nível da “propaganda” que o acompanha e que se encontra no seu interior.
Via postal, chegam também, variadas mensagens escritas e promoções que estimulam o conhecimento da La Redoute, e garantem a fidelização do cliente.
O e-mail, o telefone e as mensagens escritas para telemóvel, são outro dos meios de contacto utilizados pela empresa, associados, em suma, à promoção dos seus artigos e às promoções que se encontram, num dado momento, em vigor. Esta revela-se como uma forma mais personalizada, visto que actua directamente com o cliente.
Actualmente, a página de Internet da empresa, permanece como mais uma forma de a demonstrar no mercado. Esta desenrola-se como um catálogo on-line, dividindo-se da mesma forma que o físico. A página é bastante interactiva, havendo uma certa comunicação com os clientes. Visualmente apresenta-se como atractiva, tanto pela simplicidade, como pelas várias ligações, pelo movimento das promoções e da informação diversificada, sendo que a página é bastante informativa.
Umas das variantes do site, que agrada e fideliza os clientes, resume-se às novidades de 15 em 15 dias e às promoções únicas on-line. Segundo a La Redoute, a página denota cerca de 77 milhões de visitantes, que se registaram, sendo o mês de Dezembro o de maior afluência.
A La Redoute promove paralelamente as suas criações através de desfiles, ainda que apenas desenvolvidas, e demonstradas em França.


[1] A “RedCats” é uma empresa que apoia e subsidia a venda por catálogo e o e-commerce (comercio on-line), centrando-se no campo da moda e da decoração. É a líder em compras feitas a partir de casa, e a terceira maior organização, estando presente em vinte e nove países.
[2] Segundo o Instituto Português da Qualidade “Esta Norma especifica requisitos para um sistema de gestão da qualidade em que uma organização necessita demonstrar a sua aptidão para, de forma consistente, proporcionar produtos e/ou serviços que vão ao encontro dos requisitos do cliente e regulamentares aplicáveis; visa aumentar a satisfação do cliente através da aplicação eficaz do cliente, incluindo processos para melhoria contínua do sistema e para garantir a conformidade com os requisitos do cliente e regulamentares aplicáveis;A norma NP EN ISO 9001:2000 está baseada em oito princípios de gestão da qualidade: focalização no cliente, liderança, envolvimento das pessoas, abordagem por processos, abordagem à gestão através de um Sistema (SGQ), melhoria continua, abordagem à tomada de decisões baseada em factos e relações mutuamente benéficas com fornecedores
[3] É uma espécie de cartão de crédito, com algumas vantagens dirigidas aos clientes La Redoute. Com este cartão o pagamento não é efectuado, nem no momento da encomenda, nem na sua entrega. O pagamento é efectuado 30 dias depois, número de dias de que se dispõe para decisões à cerca do artigo, em vez dos 15 dias habituais. Os clientes que possuem o cartão têm promoções exclusivas e não têm o encargo das despesas de envio.


Imagem por Robert Plummer, Bussiness, BBC news, Roubaix

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A Mango e o Franchising


Para o franchising:


- A marca é um elemento fundamental no sistema de franchising: não se pode ignorar o poder do nome, do símbolo, da insígnia, de todo ou qualquer sinal que distinga os produtos ou serviços de uma empresa.

- É o franchising que gere a marca, de forma a criar a atracção necessária para que surjam novos consumidores e novos franchisados.

- Assim, cabe ao franchisador gerir a imagem da rede e definir a melhor estratégia de marketing, que traduza, de forma eficaz, a mensagem que se pretende transmitir ao consumidor.

- Conquistar o consumidor é permanecer na sua mente, explorando as suas necessidades de ordem física, psicológica ou social. Assim o consumidor irá identificar-se com a marca em causa.

- Do franchisador espera-se, a todo o momento, uma forte perspicácia, mas também, uma grande capacidade de análise.

- Ao adquirir o direito ao uso da marca, o franchisado, por seu lado, obriga-se a cumprir o estabelecido pelo franchisador, devendo este ouvir todas as sugestões para uma maior proximidade e conhecimento das tendências específicas do mercado e do seu público em concreto.

- No que diz respeito ao mercado nacional, destacam-se os seguintes franchisings:
5 à Sec, Optivisão e Império Bonança seguidas pela Multiópticas, Parfois e Remax.

- No sector do pronto-a-vestir destacam-se: a Cenoura, a Lanidor, a Stefanel e finalmente a Mango.

  • No que diz respeito ao público alvo da loja/marca Mango, concluímos que a consumidora MNG detem as seguintes características:
- São, na maioria, mulheres adultas ou jovens adultas;

- Interessam-se por moda e acompanham as tendências;

- São activas, trabalhadoras e urbanas;

- São femininas e preocupam-se com a sua imagem.
  • Para conseguirmos compreender melhor as características das lojas Mango e da sua marca fomos perguntar directamente às consumidoras o que acham da loja, da marca, dos preços e da qualidade da roupa aqui comercializada (eis algumas respostas obtidas):

“Bem a Mango é uma loja presente em quase todos os centros comerciais, isso só mostra o quão esta loja já se enraizou na nossa cultura consumista.”
Alexandra, 23 anos, Estudante. (MNG CascaiShoping)

“Quanto à qualidade da roupa, eu posso atestar por experiência própria, pois tenho peças de roupa compradas lá, que já dava jeito que se estragassem e continuam impecáveis, só um pouco fora de moda, mas...”
Madalena, 26 anos, Ed. de Infância. (MNG Colombo)

“As roupas, regra geral, têm boa qualidade, encontram-se peças bonitas, com designs atraentes, algumas peças diferentes a apontar para o original, cores sempre de acordo com as estações. Tem sempre roupa clássica, desportiva, formal. Tem ainda umas carteiras e principalmente umas malas muito giras e pelas quais tenho a terrível mania de me apaixonar. Não é necessário dizer que é só para meninas, jovens e senhoras. Nesta os cavalheiros entram só como acompanhantes, ou para comprar um presentinho.”
Nádia, 29 anos, Func. Pública. (MNG Colombo)

“Neste momento não tenho qualquer problema em lá comprar roupa mas há um ano atrás, ó horrivel recordação.... só me serviam nestas lojas os sapatos e as malas, ó se era!!!!!”
Filipa, 25 anos, Func. CTT. (MNG Baixa Lisboeta)

“Para mim, nada melhor do que nos sentirmos bem com o nosso corpo, sem que isso signifique entrar em extremos, contudo é o que acontece com algumas peças da Mango, infelizmente.”
Sandra, 18 anos, Estudante. (MNG Baixa Lisboeta)

(Consumidora MNG de Castelo Branco questionada sobre as diferentes lojas e as diferentes colecções de loja para loja)
“Ouço comentários de pessoas amigas, que dizem que aqui por Castelo Branco há muitas coisas diferentes das outras lojas... será possível? Eu pensava que a colecção era igual para todas as lojas, mas agora tenho as minhas dúvidas.”
Antónia, 25 anos, Enfermeira.

(em breve colocaremos mais informação sobre o nosso trabalho)


Bruno Elias
Filipa Leal V.
Mª Helena Guedes
Sofia Gomes